quarta-feira, 29 de junho de 2011

Conjuração Baiana parte - I



Trabalharei esse episódio tão pouco discutido nas salas de aulas, no meu Plano de Aula, que se faz como o “TCC” no curso de extensão que estou participando como curista.

A história desse livro em minha vida é engraçada, pois consegui o mesmo quando a Escola em que estudava estava se desfazendo dos livros velhos de sua Biblioteca. Não faço a mínima idéia de como é esse processo, mas agora ao escrever, percebo a diferença de datas que acaba causando um desgaste, na verdade um grande atraso nas informações tão importante da história dentro de uma sala de aula.

Para se ter idéia esse livro foi publicado em 1978 (no meu caso por ser segunda edição) e a sua aquisição na Escola foi em 1989, exatamente em 12.08.1989. minha primeira leitura foi com ênfase no titulo do livro (pensamentos socialistas/comunistas, com desejo de mudar o mundo), e com a leitura vi que foi um movimento que mesmo com “vida curta”. Teve uma importância grandiosa e infelizmente ainda muito abafada, querendo ou não pela sombra do preconceito racial velado, mesmo assim ele está ai para todos nos possamos ver.

Estou aproveitando esse momento no qual estou engajado nesse curso de extensão – História e Cultura Afro-Brasileira e Africana na Escola, e o trabalho que preciso fazer, e assim fazer um “artigo” procurando comparar a Conjuração Baiana e a Inconfidência Mineira (diferenças e o resultado de cada uma delas) olhando sob um outro aspecto a partir do que vi e aprendi nesse curso.




Bom garanto que vai surpreender tanto a aqueles que lêem esse blogger ( e agradeço muito a isso e peço milhões de desculpas pelo breve abandono) quanto a mim mesmo. Pois será o primeiro.
Não vou me estender pois recomecei a leitura hj e não posso me valer das lembranças de uma leitura com uma visão primária. Agora com uma leitura mais profunda poderei falar e fazer algo novo

terça-feira, 28 de junho de 2011

Preparando novo artigo

Desculpem a minha ausência...

mas estou correndo com diversos projetos, meu trabalho e outras coisas de cunho pessoal...

mas até Domingo estarei postando um Artigo sobre a Revolta dos Alfaiates, também conhecida como Conjuração Baiana...

segunda-feira, 27 de junho de 2011

5º Congresso Brasileiro de Extensão Universitária





O 5º CBEU será um evento pleno de oportunidades de discussão e aprofundamento sobre a extensão universitária. Entre no site e saiba mais.

quinta-feira, 23 de junho de 2011

CARTA ABERTA A POPULAÇÃO DO RIO DE JANEIRO - BOMBEIROS RJ




Caros amigos, peço que divulguem esse e-mail, para que a
população do Rio de Janeiro e do Brasil saiba o que acontece,
de verdade, em nosso Estado.

Grato, Robson Simas – Cel BM RRem





 



CARTA ABERTA A POPULAÇÃO DO RIO DE JANEIRO


Povo Fluminense,
Os Bombeiros do Rio de Janeiro, profissionais trabalhadores, ordeiros e competentes, em respeito à população que sempre defenderam, por vezes com o sacrifício da própria vida, vem a público esclarecer o que tem ocorrido na Corporação e no Governo do Estado e o que levou companheiros e seus familiares adesafiarem os desmandos do Comandante Geral Cel Pedro Marco e doGovernador Sérgio Cabral.
Como sabemos, o Corpo de Bombeiros Militar do Estado do Rio de Janeiro é umacorporação voltada para a preservação de vidas e proteção de Bens da população do Estado do Rio de Janeiro.
Ao longo da sua existência, o CBMERJ sempre se pautou pela hierarquia e disciplina e também pela credibilidade de seus serviços, estando ao lado da população Fluminense em todas as suas aflições e enfrentando com bravura as calamidades naturais que atingem o Estado. São inúmeras as vidas salvas e os bens preservados pelos profissionais do Corpo de Bombeiros, que a população chama carinhosamente de Heróis. Ao nos formarmos, juramos defender a população com o Sacrifício da nossa própria vida e assim temos feito ao longo desses 155 anos de existência.
A Corporação recolhe cadáverescombate os mosquitos da dengueatua nas UPAS, guarnece o sambódromo no carnaval e atua no Rock in Rio (sem remuneração extra, embora o evento seja cobrado ao público), além de exercer as suas funções de salvamentos e combate à incêndio, recebendo um dos PIORES SALÁRIOS pagos pela categoria no Brasil (tabela ao Final).
O reequipamento da Corporação não é mérito do Governador, mas sim da população do Estado do Rio de Janeiro que paga a taxa de incêndio e que, ainda assim, não sabe que os recursos não são totalmente destinados à Corporação.
A Ira do Sr. Sérgio Cabral, com os Bombeiros, vem de 2009, quando foi vaiado pela Corporação durante o lançamento da Campanha “Cultura Antidengue” no ginásio do Maracanãzinho e desde então tem discriminado os Bombeiros militares, sejam nas gratificações (usando seu poder de discricionariedade) seja nas condições de trabalho (vocês viram alguma homenagem aos heróis que morreram na calamidade da Região Serrana?)
Agora, a população do Estado do Rio de Janeiro, assiste a sua Corporação de heróis ser aviltada e achincalhada pelas atitudes ditatoriais do Governador Sérgio Cabral que culminou com os manifestantes adentrando o Quartel Central da Corporação, no ultimo dia 03, para serem ouvidos pelo seu Comandante Geral, que omisso, serviu de “pau mandado” do governador Sérgio Cabral eignorou os clamores de sua Tropa, nem comparecendo ao local.
O Governador Sérgio Cabraladotando os melhores recursos da DITADURA,mandou o BOPE invadir com tiros e bombas o Quartel Central do Corpo de Bombeiros, ferindo militares honestos, mulheres e crianças indefesas. Atitude inadmissível em um Estado democrático de Direito!
Porque o Comandante Geral do CBMERJ, Cel Pedro Marco, não tomou asmedidas necessárias para a retirada de seus militares do pátio do Quartel Central? Estavam todos desarmados e com seus familiaresNão era necessário o uso da força e sim do diálogoOs Bombeiros são pacíficos por natureza.
O Governador nunca gostou da Corporação. Nomeou para Secretário o Ex médico do CBMERJ Sérgio Côrtes, um homem que deixou a Corporação por não concordar com os baixos salários e a carga de trabalho excessiva e agora nada faz para ajudar a Corporação, apenas integra os desmandos administrativos e superfaturados do Governo do Estado na área da saúde.
Assistimos perplexos ao Comandante Geral da PMERJ usurpar o Comando do CBMERJ e se dirigir, dentro do quartel dos Bombeiros, à tropa de profissionais honestos como se bandidos fossem.
Nossos militares foram presos e conduzidos aos quartéis da PMERJ como criminosos apenas por reivindicar dignidade profissional!
Se nossos companheiros erraram ao ADENTRAR a SUA SEGUNDA MORADA, o Governador foi CRIMINOSO e DITATORIAL ao ordenar a invasão do Quartel Central dos Bombeiros pelo BOPE com uso de FORÇA, TIROS E BOMBAScomo se ali fosse uma antro de criminosos e não de profissionais que arriscam a sua vida pela população, CAUSANDO FERIMENTO EM MULHERES E CRIANÇAS e obrigando a nossos companheiros ao confronto.
AJUDEM AQUELES QUE SEMPRE O SOCORRERAM!!!
NUNCA DEIXAMOS DE ATENDER E SOCORRER A POPULAÇÃO!
MOSTRE A SUA INDIGNAÇÃO POR ESSE ATO VIOLENTO E DITATORIAL DO GOVERNADOR SERGIO CABRAL!!!
MOSTRE O SEU APOIO AOS BOMBEIROS!
ENVIEM  ESSA  CARTA  PARA TODOS OS SEUS AMIGOS.
ACOMPANHEM E APOIEM O NOSSO MOVIMENTO PELO SITEhttp://www.sosguardavidas.com  
SALÁRIOS BRUTOS NO BRASIL:
01º - Brasília - R$ 4.129.73

02º - Sergipe – R$ 3.012.00

03º - Goiás – R$ 2.722.00

04º - Mato Grosso do Sul – R$ 2.176.00

05º – São Paulo – R$ 2.170.00

06º – Paraná – R$ 2.128,00 1

07º - Amapá – R$ 2.070.00

08º – Minas Gerais - R$ 2.041.00

09º - Maranhão– R$ 2.037.39

10º – Bahia – inicial - R$ 1.927.00

11º - Alagoas - R$ 1.818.56

12º - Rio Grande do Norte – R$ 1.815.00

13º - Espírito Santo – R$ 1.801.14

14º - Mato Grosso – R$ 1.779.00

15º - Santa Catarina – R$ 1.600.00

16º - Tocantins – R$ 1.572.00

17º - Amazonas – R$ 1.546.00

18º - Ceará – R$ 1.529,00

19º - Roraima – R$ 1.526.91

20º - Piauí – R$ 1.372.00

21º - Pernambuco – R$ 1.331.00

22º - Acre – R$ 1.299.81

23º - Paraíba – R$ 1.297.88

24º - Rondônia – R$ 1.251.00

25º - Pará – R$ 1.215,00

26º - Rio Grande do Sul – R$ 1.172.00

27º - Rio de Janeiro - R$ 1.031,38 (SEM VALE TRANSPORTE)


O RIO DE JANEIRO é o Estado que mais recebe investimentos no Brasil, é o 2º que mais arrecada impostos.
Pretende Sediar o Rock in Rio, as Olimpíadas militares, a Copa do Mundo em 2014 e as Olimpíadas em 2016. 
Há algo de errado e Podre no Governo do Exmo Sr Governador Sérgio Cabral Filho!!!

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Introdução ao Fascismo - Resenha


O texto de Leandro Konder trata com uma nova abordagem o sistema político que nasceu na Itália e foi difundido na Europa e posto em prática na própria Itália e posteriormente a Alemanha. Particularmente pela dificuldade em encontrar textos ou livros retratando sobre o assunto, ele exerce um certo fascínio e ao mesmo tempo surpresa em ver uma “faceta” desconhecida pelo censo comum.


            Conforme analisado no texto, e durante toda a sua explanação, pode-se ver o medo da burguesia italiana por causa do crescimento acelerado das revoltas/revoluções proletárias pela Europa e a recente Revolução Russa em 1917. Assim surgiu a necessidade de buscar “armas” no campo inimigo para a construção de um sistema capaz de atender seus interesses e manter o proletariado quieto, enganado constantemente pelas falsas afirmações e promessas desse novo governo.


Para isso andar conforme os seus desejos deveriam ler e encontrar em Marx, princípios e conceitos capazes de se dar um novo sentido, maquiar seus princípios com o da proposta de Marx e impor uma nova atmosfera, mesmo que fosse algo extremamente sem base e perigoso, pois sempre mistificavam a ‘coisa’. Ao encontrarem Mussolini um ex partidário de esquerda, encontraram também o que mais procuravam. Conforme disse antes um meio de mudar o sentido de alguns conceitos de Marx, fantasiando-os e mistificando-os conforme a sua vontade. Mussolini tinha tudo isso e um pouco mais.


É interessante voltar um pouco no texto e frisar algo que o autor coloca:


“...Nem todo movimento reacionário é facista. Nem toda repressão – por mais feroz que seja – exercida em nome da conservação de privilégios de classe ou casta é facista ....”

Em toda a segunda parte da apostila (págs 4 e 5) o autor afirma categoricamente que o fascismo foi um sistema ou método totalmente a parte e diferenciado de qualquer outro com características parecidas, portanto na minha opinião o populismo carrega diversos pontos em comum com o fascismo do modo com o qual manipula as massas e mantêm o interesse de uma elite no topo.


Por falar em populismo outra característica importante do fascismo é o modo e a propaganda utilizada para manter o apoio das massas, mesmo que essa estivesse sendo enganada e que sua situação era assim por conta das potências estrangeiras (o que não deixava de ser verdade as custas da 1ª Guerra Mundial e de outro lado ‘culpa’ também de sua nação que querendo ou não atendia apenas o que fosse do interesse da elite econômica de seu país). A propaganda usada para vender produtos foi a mais espetacular idéia já copiada, vender a sua filosofia política como a certa e necessária e utilizar-se do palavreado comum, com gritos de guerra e a importância da nação para o bem de todos. Ganharam os votos de uma massa que acreditava que para sua melhora teria que vir primeiro a sua nação, manteve tudo conforme queria

           
Por ultimo veio à questão de quem financiava o fascismo. Foi dados exemplos das grandes indústrias e companhias alemãs que financiavam o nazismo e a partir disse colocaram a mesma situação para o financiamento do fascismo na Itália, que para mim parece algo obvio. Claro que existiram exceções nas ditaduras militares na América - Latina, mas ai isso é outra história para ser estudada e analisada.

quarta-feira, 15 de junho de 2011

Curso de extensão Atualização em História da África e História Afro-Brasileira – a Lei 10.639/2003 Primeiras impressões





Antes de qualquer coisa gostaria de deixar devidamente expresso que o que escrevo aqui é uma opinião minha, e que talvez cause transtornos... mas é uma opinião, a ser discutida e transformada no decorrer do curso ou trabalhada com discussões sadias.

                A temática do curso é muito interessante e trata de um assunto acobertado pela falsa impressão de que somos uma sociedade sem preconceitos. De uma parcela da sociedade (grande parcela para falar a verdade) que foi instigada a ser retratada como meros instrumentos de um passado (visto por nós) vergonhoso, assim como Dom Pedro II também o via. Não será nesse momento (não neste texto) que irei retratar esse ponto da nossa história, que infelizmente assim como outras passagens históricas são “mal passadas” nos livros didáticos. Causando uma péssima impressão da formação de nossa sociedade. E que infelizmente o que é uma inverdade sobre a história do nosso povo, hoje isso se inverte pelo que é visto pela reação (falta de reação) perante a tantos absurdos acometidos contra nós e nada fazemos por um conformismo construído, por interesses alheios.

                Aproveitando esse ponto dos livros didáticos, e bem comentado no curso. Falo com “força” que os nossos livros a Escola Sociológica (Fernando Henrique Cardoso e outros), inseriu o negro dentro da história, como coitado, inferior (grifo meu), fraco e um ser que aceita a sua condição sem luta ou questionamento. O que se trata de uma grande inverdade, quando nós historiadores e principalmente aqueles que se especializam na História da Escravidão brasileira.

                Minimamente digo que não apenas Zumbi, foi um movimento de revolta e libertação desse povo arrancado de sua terra, costumes e família. E ser tratado como um objeto no meio de tantos estranhos (não pela cor, mas sim pela cultura e língua falada), tentando a todo custo sobreviver a esse inferno. A sua luta, não mostrada pelo livro didático, é de um povo que manteve a sua cultura, mesmo essa entrelaçada ao cristianismo católico, que ao longo do tempo negociava com o seu senhor o seu trabalho e regalias. Conquistando sua “liberdade” e movimentando revoltas que ocorreram desde o Brasil colônia até o fim da escravidão com a Lei Áurea.

                E milhares de fatos e informações ainda desconhecida por nos homens comuns, me arrisco a dizer que até os movimentos negros e ONGs a desconhecem. Que aparentemente comprovei nos meu primeiro contato com as pessoas do curso, em que a grande maioria pertence a essas ONGs. Um pouco de sensacionalismo que vem da culpa dos nossos livros didáticos (não me canso de repetir), impulsionado por interesses e pela Escola Sociológica Brasileira, que ao tentar fazer justiça ao mal acometido ao Negro ou Afro-Descendente (termo usado atualmente), criou uma série de discussões, conflitos nem sempre amigáveis.

                Não é correto por a culpa em alguém, uma vez que não existia um estudo aprofundado no assunto. E ate mesmo pela falsa impressão de nos autodenominar um País sem preconceito racial. O mais interessante do curso até onde eu vi e foi discutido, é como trabalhar o tema escravidão e a história da África na sala de aula. E no próprio curso se reconhece a dificuldade de ter uma resposta pontual acerca do assunto.

                Estamos engatinhando, mas já é algo, uma vez que a história ainda insiste em ser algo privado de uma classe (infelizmente a nossa), o carregar uma postura errônea de ignorar o preconceito visto no dia a dia (de todas as formas possíveis) e das mudanças mais que necessárias nos livros didáticos e na postura do professor quanto ao tema.

                E como num laboratório, vamos testar e testar muitos meios e formas para começar a mudar esse quadro.

                No fim pouco falei sobre o curso em si, mas já vale como um bom inicio de discussão, que como dizem ainda vai dar muito pano p manga.

terça-feira, 7 de junho de 2011

A Relação Entre a Religião e o Trabalho na Sociedade Inca




            Os autores Adriano Vieira Rolim e Larissa Lima Malafaia Carvalho, nos relata de modo totalmente diferente a idéia da relação entre religião e trabalho na sociedade estudada. Diferentemente do que se vê em Artigos e Textos do gênero, os autores tentam não entrar em tendências e procuram a imparcialidade apesar da dificuldade em se chegar nesse ponto.a tentativa de mostrar a religião como um ponto de equilíbrio é constante no texto estudado apesar da preocupação em distingui-lo ou confirma-lo como um meio de exploração ou equilíbrio necessário a essa Sociedade conforme enuncia em seu texto :


“...a religião atuava como uma forma ideológica a fim de justificar a exploração da camada social dirigente sobre a produtora ou se esta mentalidade religiosa era essencial para manter o equilíbrio da sociedade....”


Para encontrar a ‘resposta’, sua analise começa pelas estruturas sociais antes mesmo da “formação do Estado Inca”, denota as relações de grupos com uma parte considerável da sociedade Inca – os Ayllu, que formavam a base agrícola e seu trabalho em laço comunal, com a presença do Estado isso começa a mudar de forma. Seu trabalho é incluído nesse artigo para denotar as diferenças encontradas após a sua inclusão na Sociedade Inca



“O ayllu era formado por famílias ligadas por laços de parentesco. A posse de terra no ayllu era comunal... o trabalho ayllu baseava-se na ajuda mútua entre as famílias e estas, somente após preparar e semear as terras do Kuraka, passavam a cuidar de seus próprios lotes. O inca se proclama soberano da comunidade e divide as terras do ayllu.... e a terceira parte, a maior, é de toda comunidade conquistada,... numa tentativa de demonstrar a generosidade e benevolência do inca.



Um ponto importante que ao invés de sobrepujar a religião dos dominados ele a adaptava a religião dominante que acabava por criar uma pratica cultural comum a todo o império. Como também os seus atos de benevolência para com os conquistados. Apesar de todos os fatores mostrarem uma exploração da camada social superior sobre a produtora o texto mostra que a religião também era necessária para manter o equilíbrio da sociedade e diante da formação burocrática (e toda a estrutura social formada) impedia e impede o historiador em equivocar-se de dizer que essa ‘elite’ era ociosa, quando cada um tinha uma papel bem definido nessa sociedade, mantendo uma rigorosa centralização do poder extremamente influenciada pela fé que movia todo o universo Inca.